Saúde preventiva em operadoras: da agenda assistencial à estratégia econômica 

Durante muito tempo, falar em saúde preventiva dentro de uma operadora de saúde poderia soar como uma pauta essencialmente assistencial: incentivar atividade física, orientar hábitos saudáveis, acompanhar doenças crônicas, promover campanhas ou oferecer programas específicos para determinados grupos de beneficiários. 

Tudo isso continua importante. Mas a prevenção precisa ocupar um espaço maior. 

Para uma operadora, promover saúde e prevenir riscos também pode significar conhecer melhor sua população, identificar pessoas que precisam de acompanhamento antes que um problema se agrave, coordenar o cuidado, evitar desperdícios, melhorar indicadores de qualidade e construir uma carteira mais saudável ao longo do tempo. 

É justamente aí que a saúde preventiva deixa de ser apenas uma agenda assistencial e passa a fazer parte da estratégia da operadora. 

A própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incentiva, desde 2004, uma mudança no modelo de atenção: sair de uma lógica centrada exclusivamente no tratamento da doença para uma abordagem que também valorize promoção da saúde, prevenção, bem-estar e atenção integral. Atualmente, programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças, o PROMOPREV, fazem parte formal dessa agenda regulatória. 

Mas transformar prevenção em estratégia exige muito mais do que criar campanhas. 

Transformar prevenção em estratégia exige muito mais do que criar campanhas.

Saúde preventiva não significa simplesmente fazer mais exames 

Um dos primeiros equívocos que precisam ser evitados é associar prevenção à ideia de aumentar indiscriminadamente consultas, exames e procedimentos. 

Prevenir não significa utilizar mais o sistema sem critério. 

Promoção da saúde e prevenção de riscos precisam partir das necessidades da população e de evidências sobre quais intervenções fazem sentido para cada perfil de beneficiário. 

Inclusive, promoção e prevenção não são exatamente a mesma coisa. 

A promoção da saúde busca criar condições para que as pessoas mantenham ou desenvolvam uma vida mais saudável, independentemente de já apresentarem uma doença ou fator de risco. 

Atividade física, alimentação adequada, sono, saúde emocional, redução do tabagismo e outros hábitos relacionados ao estilo de vida entram nesse contexto. 

Já a prevenção pode atuar de forma mais direcionada sobre fatores de risco identificados, condições já instaladas ou populações que demandam acompanhamento específico, procurando evitar agravamentos, complicações e perda de qualidade de vida. 

Essa diferença já foi abordada por Cintia Dilay em outro conteúdo da AgileCare sobre promoção e prevenção em saúde suplementar, a partir da experiência desenvolvida junto à Afrafep Saúde. 

O mais importante, porém, é compreender que uma carteira nunca é homogênea. 

Dentro da mesma operadora convivem pessoas saudáveis, pessoas com fatores de risco, beneficiários com doenças crônicas, idosos, pacientes de alta complexidade e indivíduos que praticamente não utilizam o sistema. 

Uma boa estratégia preventiva começa justamente pela capacidade de reconhecer essas diferenças. 

O primeiro desafio é o comportamento das pessoas 

Dizer que alimentação equilibrada, atividade física, sono adequado e outros hábitos favorecem a saúde é relativamente simples. 

Transformar conhecimento em comportamento contínuo é muito mais difícil. 

E os dados brasileiros mostram uma realidade interessante. 

Entre adultos beneficiários de planos de saúde nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prática de atividade física no tempo livre cresceu ao longo dos últimos anos. Entre os homens, o percentual que atingia o nível recomendado passou de 44% em 2009 para 56,5% em 2023. Entre as mulheres, passou de 25,3% para 43% no mesmo período. 

Ao mesmo tempo, outros indicadores mostram que o problema está longe de estar resolvido. 

A obesidade entre beneficiários de planos de saúde também aumentou no período. Entre os homens, passou de 14,2% em 2008 para 23,5% em 2023; entre as mulheres, de 11,3% para 20,6%. 

Essa combinação é reveladora. 

Há sinais de maior adesão a determinados hábitos saudáveis, mas isso não significa que o risco populacional esteja diminuindo automaticamente. 

Para uma operadora, portanto, não basta produzir campanhas dizendo que o beneficiário precisa se alimentar melhor ou praticar atividade física. 

É necessário compreender quem precisa de qual intervenção, em qual momento e com que nível de acompanhamento. 


Prevenção não pode depender apenas da boa vontade do beneficiário 

Outro erro frequente é desenhar programas excelentes do ponto de vista técnico e acreditar que as pessoas naturalmente participarão. 

Não participarão necessariamente. 

Mudar hábitos envolve motivação, contexto social, rotina, saúde mental, condições econômicas, ambiente, estágio de vida e diversos outros fatores. 

Por isso, programas preventivos precisam trabalhar também com estratégias de engajamento. 

Isso pode envolver: 

  • comunicação personalizada; 
  • acompanhamento multiprofissional; 
  • metas progressivas; 
  • educação em saúde; 
  • ferramentas digitais; 
  • estímulos à atividade física; 
  • gamificação; 
  • monitoramento; 
  • jornadas específicas para diferentes grupos; 
  • contato ativo com pessoas que apresentam maior risco. 

A ANS, inclusive, possui regras que permitem mecanismos de premiação e bonificação ligados à participação em determinados programas de promoção da saúde e prevenção, desde que observadas as normas aplicáveis. 

O ponto central é simples: informar é diferente de engajar. 

Um programa preventivo não deve apenas existir. Ele precisa conseguir alcançar a população para a qual foi criado. 

A lógica econômica da prevenção precisa ser tratada com maturidade 

É tentador resumir o raciocínio da seguinte forma: mais prevenção = menos doença = menos custo. 

Mas a realidade é mais complexa. 

Nem toda intervenção preventiva produz economia financeira direta, e muito menos no curto prazo. 

Uma análise publicada em 2025 no JAMA Health Forum reforça justamente essa cautela: programas preventivos devem ser avaliados por sua capacidade de gerar saúde e valor em relação ao investimento realizado, e não apenas pela expectativa de que necessariamente diminuirão os gastos totais. O impacto econômico depende, entre outros fatores, do custo da intervenção, da população escolhida e dos eventos que ela consegue efetivamente evitar. 

Essa distinção é especialmente importante para as operadoras. 

A pergunta mais estratégica não é: “Prevenção reduz custo?” 

A pergunta deveria ser: “Quais riscos da minha população podem ser gerenciados de forma mais eficiente e quais intervenções têm potencial de gerar melhores desfechos e melhor utilização dos recursos?” 

Quando a prevenção é orientada por dados e direcionada aos riscos reais da carteira, a análise econômica passa a ser muito mais consistente. 

É diferente de distribuir o mesmo programa para 100% da população sem considerar necessidades, riscos e probabilidade de adesão. 

Por isso, prevenção eficiente começa antes do programa. 

Começa no diagnóstico. 

Conhecer a carteira antes de criar programas 

Uma operadora precisa saber quem está cuidando. 

Isso envolve utilizar informações clínicas, assistenciais e populacionais para identificar: 

  • perfil etário; 
  • condições crônicas; 
  • fatores de risco; 
  • utilização da rede; 
  • internações; 
  • atendimentos de urgência; 
  • exames; 
  • grupos de alto custo; 
  • padrões de sinistralidade; 
  • oportunidades de acompanhamento. 

Quanto antes essa leitura acontece, melhor. 

A entrada do beneficiário, por exemplo, pode ser uma oportunidade estratégica para organizar informações que ajudem a compreender o risco da população e direcionar posteriormente os programas assistenciais. 

Em vez de descobrir o risco apenas quando surgem internações, complicações ou contas elevadas, a operadora passa a trabalhar de maneira mais proativa. 

Foi justamente essa lógica, diagnóstico antes do programa, utilizada na experiência da AgileCare com a Afrafep Saúde. Antes de reformular os programas preventivos, foi necessário entender a população, a estrutura assistencial existente, a rede e os objetivos da operadora. 


LEIA TAMBÉM: 
Entrevista qualificada na saúde suplementar: o que é, por que importa e como transformar esse processo em vantagem estratégica 


APS e saúde preventiva são estratégias complementares 

A Atenção Primária à Saúde é um dos caminhos mais importantes para transformar prevenção em acompanhamento contínuo. 

A própria ANS define a APS na saúde suplementar a partir de princípios como longitudinalidade, integralidade e coordenação do cuidado e incentiva sua utilização como principal porta de entrada para modelos assistenciais mais organizados. 

Quando bem estruturada, a APS permite que um beneficiário não dependa apenas de encontros fragmentados com diferentes especialistas. 

Existe uma equipe que conhece seu histórico, acompanha sua evolução, identifica riscos, organiza encaminhamentos e ajuda a coordenar sua jornada. 

Isso cria um ambiente muito favorável para promoção e prevenção. 

Imagine, por exemplo, um beneficiário com obesidade, hipertensão e sedentarismo. 

O modelo reativo poderia esperar o surgimento de uma complicação e então iniciar uma sequência de consultas, exames e tratamentos. 

Um modelo coordenado pode identificar o risco anteriormente, acompanhar indicadores, trabalhar hábitos, conectar médico, enfermagem, nutrição e outros profissionais e observar a evolução daquele beneficiário ao longo do tempo. 

A prevenção deixa de ser uma campanha e passa a fazer parte do modelo assistencial. 

A equipe multiprofissional ganha protagonismo 

Saúde preventiva dificilmente será construída apenas dentro do consultório médico. 

Enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, profissionais de educação física e outros profissionais podem participar de diferentes jornadas de cuidado, de acordo com as necessidades de cada população. 

Essa visão multiprofissional é particularmente importante quando o objetivo é atuar sobre hábitos, fatores de risco e condições crônicas. 

O desafio para a operadora é organizar essas intervenções. 

Não basta credenciar profissionais e disponibilizá-los em um guia médico. 

É necessário definir: quem entra em cada programa, qual o objetivo do acompanhamento, quais profissionais participam, quais indicadores serão monitorados e quando aquela jornada será reavaliada. 

Os incentivos do sistema também precisam estar alinhados 

Seria simplista responsabilizar médicos ou outros prestadores pela predominância de um modelo voltado ao tratamento de doenças. 

O problema é maior e está relacionado também à forma como o sistema de saúde foi historicamente organizado. 

Em modelos tradicionais de pagamento por procedimento, o chamado fee for service, consultas, exames e procedimentos são remunerados individualmente. A própria ANS reconhece que esse formato pode incentivar maior volume de serviços e vem estimulando modelos de remuneração que incorporem desempenho, qualidade, desfechos e valor. 

Se uma operadora pretende colocar prevenção no centro da estratégia, portanto, precisa olhar também para sua relação com a rede. 

Isso pode significar: 

  • escolher parceiros alinhados ao modelo assistencial; 
  • estabelecer protocolos; 
  • acompanhar indicadores; 
  • criar mecanismos de referência e contrarreferência; 
  • integrar informações; 
  • incentivar qualidade e desfechos; 
  • envolver os prestadores na estratégia de cuidado. 

Não existe prevenção consistente em um sistema completamente fragmentado. 

Tecnologia pode ampliar (mas não substituir) a estratégia 

A evolução de dispositivos vestíveis e ferramentas digitais criou novas possibilidades para acompanhamento de saúde. 

Relógios, pulseiras, anéis, aplicativos e outras tecnologias podem gerar informações relacionadas a atividade física, frequência cardíaca, sono e diversos outros parâmetros. 

Para operadoras, esses dados podem abrir novas possibilidades de engajamento e acompanhamento. 

Mas tecnologia não deve ser confundida com estratégia. 

Receber milhares de dados sem saber como utilizá-los cria apenas mais informação. 

O valor está em conectar tecnologia a uma jornada de cuidado bem desenhada, com regras de utilização, indicadores, responsabilidade clínica, consentimento e atenção à proteção de dados. 

A ferramenta deve servir ao modelo assistencial, e não o contrário. 

PROMOPREV transforma prevenção em programa estruturado 

Quando falamos especificamente da saúde suplementar, um dos principais instrumentos para organizar essa estratégia é o PROMOPREV. 

A ANS define esses programas como conjuntos estruturados de ações voltadas à promoção da saúde e à prevenção de riscos e doenças, com monitoramento e indicadores. A Agência considera essas iniciativas relevantes tanto para qualidade de vida quanto para a sustentabilidade do setor. 

Programas aprovados também podem contribuir para a pontuação de qualidade da operadora no IDSS, dentro dos critérios definidos pela ANS. 

Mas PROMOPREV não deve ser tratado apenas como obrigação documental. 

Um bom programa precisa partir do perfil da população, estabelecer objetivos claros, criar linhas de cuidado, definir indicadores e acompanhar resultados. 

É por isso que o trabalho não termina no desenho do programa. 

A operação importa. 

Da consultoria à execução 

Em muitos projetos, o diagnóstico identifica corretamente o problema, a estratégia é bem desenhada e o plano de ação é aprovado. 

A dificuldade aparece depois: quem vai colocar tudo isso em funcionamento? 

Esse é um ponto relevante na atuação da AgileCare. 

O trabalho pode começar pela consultoria, entendendo a população, os processos, a rede, os dados e a estratégia da operadora, mas também pode avançar para a estruturação, implantação, operacionalização e acompanhamento dos programas. 

Na frente de PROMOPREV, por exemplo, isso pode envolver estratificação populacional, definição de linhas de cuidado, estruturação de programas, estratégias de engajamento e acompanhamento de indicadores. 

Na APS, pode envolver desenho do modelo, organização da rede, estruturação de serviços próprios, capacitação das equipes, implantação de fluxos e monitoramento dos resultados. 

Essa capacidade de sair do diagnóstico e chegar à operação é fundamental quando a intenção é produzir mudança real. 

Saúde preventiva também pode se tornar posicionamento de marca 

Existe ainda uma dimensão que nem sempre recebe atenção. 

Uma operadora que coloca promoção da saúde, prevenção, longevidade e qualidade de vida no centro do seu modelo assistencial pode transformar isso também em parte da sua identidade. 

Não apenas dizendo que “cuida da saúde”, mas demonstrando isso por meio da forma como organiza sua operação. 

Uma marca que acompanha seus beneficiários antes do adoecimento, oferece programas adequados ao perfil da população, coordena jornadas e mede resultados pode criar uma relação diferente com seus públicos. 

Existe um ganho potencial de reputação, relacionamento e diferenciação. 

Mas esse posicionamento só é sustentável quando existe operação por trás da comunicação. 

Não basta levantar a bandeira da prevenção. É preciso praticá-la. 

O futuro da saúde suplementar precisa acontecer antes da doença 

A saúde suplementar ainda convive com uma lógica fortemente orientada ao uso do sistema depois que o problema já apareceu. 

Mudar essa lógica não é simples. 

Envolve comportamento dos beneficiários, organização da rede, modelos de remuneração, tecnologia, equipes multiprofissionais, dados, cultura e capacidade operacional. 

Mas existe uma oportunidade importante para as operadoras que conseguirem fazer essa transição. 

Saúde preventiva não precisa ser vista apenas como uma área assistencial ou como um conjunto isolado de programas. 

Ela pode integrar uma estratégia maior de gestão da população, coordenação do cuidado, qualidade, sustentabilidade e posicionamento. 

O objetivo não é impedir que as pessoas utilizem o plano. 

É fazer com que utilizem o sistema da maneira certa, no momento certo e com o cuidado adequado às suas necessidades. 

Quanto mais cedo a operadora conseguir conhecer sua população e agir sobre seus riscos, maior será sua capacidade de sair de uma lógica predominantemente reativa e avançar para um modelo que cuida da saúde antes de administrar as consequências da doença. 

E talvez essa seja uma das transformações mais importantes para a sustentabilidade da saúde suplementar nos próximos anos. 


Sobre a AgileCare 

A AgileCare é especializada em soluções para operadoras de saúde, conectando gestão, assistência e tecnologia para aumentar eficiência, qualidade e sustentabilidade. 

Nas soluções assistenciais, atua tanto na consultoria quanto na estruturação, implantação, operacionalização e acompanhamento de estratégias como Atenção Primária à Saúde, PROMOPREV, serviços próprios, pronto atendimento digital e outros modelos voltados à coordenação do cuidado. 

O objetivo é ajudar operadoras a transformar estratégia em operação e operação em resultados sustentáveis. 


Sobre a autora 

Cintia Dilay é sócia e COO da AgileCare e atua em gestão de saúde há mais de 20 anos. Enfermeira de formação, construiu sua trajetória entre assistência e gestão em operadoras e serviços próprios, com especialização em saúde preventiva e MBA Executivo em Gestão de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Sua atuação é voltada à construção de modelos assistenciais que integrem promoção da saúde, prevenção, coordenação do cuidado, eficiência operacional e experiência do beneficiário. 


FAQ – Perguntas frequentes sobre saúde preventiva em operadoras 
O que é saúde preventiva em uma operadora de plano de saúde? 

É uma estratégia voltada à promoção da saúde, identificação e acompanhamento de fatores de risco, prevenção de doenças e complicações e gestão da saúde da população. Pode envolver programas de hábitos saudáveis, acompanhamento de doenças crônicas, APS, equipes multiprofissionais e outras linhas de cuidado. 

Saúde preventiva reduz a sinistralidade da operadora?

Pode contribuir para reduzir eventos evitáveis, agravamentos, internações e utilização inadequada dos recursos, principalmente quando as intervenções são direcionadas aos riscos reais da população. No entanto, não é correto afirmar que todo programa preventivo necessariamente reduz custos. Os resultados precisam ser medidos clínica e economicamente. 

Qual é a relação entre PROMOPREV e saúde preventiva?

O PROMOPREV é o programa da ANS voltado à Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na saúde suplementar. As operadoras podem estruturar programas, submetê-los à Agência e monitorar seus resultados conforme as regras aplicáveis. 

Qual é a relação entre APS e prevenção? 

A Atenção Primária à Saúde ajuda a organizar a porta de entrada do sistema e a coordenar o cuidado ao longo do tempo. Esse acompanhamento longitudinal facilita a identificação de riscos e a integração de ações preventivas, acompanhamento de crônicos e promoção da saúde. 

Fazer mais exames significa fazer prevenção? 

Não necessariamente. Exames devem seguir critérios clínicos, evidências e necessidades de cada população. Realizar exames ou consultas indiscriminadamente pode aumentar utilização e custos sem necessariamente melhorar os resultados em saúde. 

Como uma operadora pode começar uma estratégia de saúde preventiva? 

O primeiro passo é conhecer sua população. A partir do diagnóstico e da estratificação de risco, a operadora pode definir prioridades, estruturar linhas de cuidado, selecionar os profissionais envolvidos, criar estratégias de engajamento e estabelecer indicadores para acompanhar os resultados. 


Gostou do conteúdo? Compartilhe!

Tenha a AgileCare na sua empresa

Preencha os campos abaixo para realizar um orçamento e logo entraremos em contato.